7 mitos sobre skill based routing for appointments que travam sua agenda
Published by ZoomScheduler Team
Todo mundo fala de skill based routing for appointments, mas quase ninguém usa direito. Se você acha que é só “rotear para o próximo disponível”, este artigo vai cutucar algumas certezas e mostrar o que realmente funciona.
Você já teve a sensação de que seu time está cheio, mas a agenda continua cheia de no-shows, remarcações e reuniões erradas com a pessoa errada? Na maior parte das empresas que vejo, o problema não é falta de leads ou de agenda, mas sim como as marcações são distribuídas. E é aí que o tal do skill based routing for appointments entra em cena, geralmente cercado de mitos que só atrapalham.# Índice 1. Mito 1 – Skill based routing for appointments é só mandar para quem estiver livre 2. Mito 2 – Só empresas enormes precisam de skill based routing for appointments 3. Mito 3 – Quanto mais regras, filtros e condições, melhor o seu roteamento Principais conclusões Mito | Por que parece verdade : O que fazer de forma prática Skill based routing for appointments é só disponibilidade : Ferramentas básicas focam só em horário livre. Combinar disponibilidade com tipo de cliente e objetivo da reunião Apenas gigantes precisam disso : Pequenas equipes acham que é “burocracia de corporação”. Começar com 2 ou 3 skills simples e ajustar por dados Funciona no piloto automático : Automação dá sensação de trabalho concluído. Revisar periodicamente regras, métricas e exceções com o time 1. Mito 1 – Skill based routing for appointments é só mandar para quem estiver livre Esse é o erro que eu mais vejo: tratar skill based routing for appointments como se fosse um simples “encontrar horário livre”. As pessoas acreditam nisso porque, na maioria dos agendadores básicos, o que aparece é só a agenda vazia, sem contexto nenhum de quem é a pessoa ideal para aquele tipo de reunião. Então acaba virando uma loteria educada. Na prática, disponibilidade é só a camada mais superficial. Se você quer conversões mais altas, precisa casar três coisas: perfil do cliente, objetivo da reunião e habilidade da pessoa que vai atender. Um lead quente de enterprise não pode cair na mesma fila de um teste rápido com freelancer, por exemplo. Quando empresas mudam isso, é comum ver taxas de fechamento subirem 10 a 20
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